A revolução tecnológica alterou os rumos da humanidade causando fascínio nas pessoas e provocando mudanças no modo de vida do planeta, mas isso faz parte de um passado recente. O ser humano do 3.º milênio desgasta-se tentando se adequar às modernidades do viver cibernético, à evolução mecatrônica, à enxurrada de informações, que muitas vezes não nos servem para nada. É a revolução digital que chegou pra ficar, aprimorando o fabrico de produtos, acelerando os processos industriais e modificando os postos de trabalhos.
O momento é de transição e o trabalhador necessita de ser reaproveitado nos novos postos de serviços... mas como? Pois onde se usava a força braçal de 100 homens utiliza-se um dedo! Onde eram necessários vários técnicos para cálculos matemáticos astronômicos, duas clicadas é o suficiente. Precisamos pensar uma saída para esse impasse, e é justamente esse o problema: PENSAR.
E agora, o que fazer? Esse novo trabalhador precisa de refinamento, pois a modernidade exige raciocínio rápido e articulações criativas para solucionar as questões do dia-a-dia com tranquilidade. E é essa calma que dá o equilíbrio necessário para suportar os mais variados tipos de pressões e, para que isso seja possível, é imprescindível que se saiba identificar e lidar com as variações de humor, antes que elas causem transtornos emocionais de grandes proporções, que levam indivíduos a dependências químicas, a comportamentos repetitivos e, em alguns casos, doenças irreversíveis. Por isso o Projeto “Lentes de Aumento”. Trata-se de um teatro, onde as pessoas interagem, participam e compartilham, revendo e mudando suas posturas, de acordo com as atitudes , e como dizem os cientistas, “a ansiedade e as neuroses são os males dos nossos tempos”.
Daí a urgência em zelar pela paz e a harmonia no ambiente de trabalho, afinal, “não só de pão vive o homem”.
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